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Arquivo : setembro 2012

Mourinho, Guardiola, Villas-Boas… Conheça os bonitões que chamam atenção no banco de reservas
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Os jogadores de futebol costumam atrair todos os olhares durante uma partida de futebol. Porém, existe uma verdadeira seleção de treinadores que andam desfilando elegância, charme, e principalmente beleza na beira dos gramados de todo o mundo.

Por isso, o Salto Alto preparou uma lista com alguns dos comandantes mais bonitões da atualidade, incluindo nomes conhecidos, como do português José Mourinho e do espanhol Pep Guardiola, até de nomes menos badalados, como é o caso de Thorsten Fink, do Hamburgo.

Veja alguns dos treinadores mais bonitões do futebol:

Tags : futebol


Astro virgem da NFL recebe oferta para virar membro do museu do sexo de NY
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Crédito da foto: Getty Images

A virgindade de Tim Tebow continua rendendo no mundo da NFL. O quarterback do NY Jets recebeu uma oferta inusitada do Museu do Sexo de Nova York: virar membro vitalício do local.

“Nós gostaríamos de dar as boas vindas para você em Nova York com uma oferta para virar membro vitalício do Museu do Sexo. Nós respeitamos sua escolha de abdicar do sexo até o seu casamento, enquanto isso nós esperamos sua visita no Museu do Sexo para aprender mais sobre a história, evolução e significado cultural da sexualidade humana”,  diz a carta destinada ao astro do futebol americano.

No começo do ano, um site de infidelidade ofereceu R$ 1 milhão para quem conseguisse provar que passou a noite com Tebow. As especulações em cima da virgindade do quarterback aumentaram depois que ele se transferiu para Nova York, a aposta é que o clima da cidade acabe com a “seca” do jogador.

Leia também: Que Bonito É! – Astro da NFL arrasa corações com virgindade e fama de bom moço


Que Bonito É! ‘Falso bad boy’ é amigo de Messi e astro na Itália, mas ainda não engrenou no PSG galáctico
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Inúmeras tatuagens pelo corpo, com direito ao desenho de uma arma na cintura e de Jesus Cristo no peito, além da conquista da medalha de ouro olímpica no futebol pela Argentina em 2008 eternizada no braço. Características (e desenhos) suficientes para caracterizar o atacante Ezequiel Lavezzi como bad boy, certo? Errado! O argentino faz questão de fugir desse estereótipo.

“Eu não sou um rock star, mesmo que atualmente existam vários negócios ao redor do futebol que levam para outras áreas. Não somos mais só esportistas e isso não te desvaloriza”, afirmou recentemente em entrevista a uma revista francesa.

O ‘gente boa’ Lavezzi é o novo companheiro do brasileiro Thiago Silva no PSG, da França, e ainda de quebra é amigo de ninguém menos do que Lionel Messi, o melhor jogador do mundo na atualidade e seu parceiro na seleção hermana.

O atacante argentino acertou sua transferência para o futebol francês nesta temporada após brilhar na Itália, onde virou ídolo da apaixonada torcida do Napoli. Porém, apesar do bom trabalho no time italiano e de chegar a peso de ouro ao PSG – 30 milhões de euros -, Lavezzi ainda não mostrou serviço no clube parisiense.

Pelo Campeonato Francês, atuou em apenas dois dos seis jogos da equipe e ainda foi expulso em uma delas. Já pela Liga dos Campeões, começou o jogo contra o Dynamo de Kiev no banco de reservas e entrou apenas no segundo tempo, mas sem balançar as redes na goleada por 4 a 1.

No começo da carreira, Lavezzi chegou a ser comparado com o ídolo argentino Diego Maradona. A comparação aumentou após o atacante ter brilhado na Europa justamente no Napoli, clube em que ‘El Pibe’ reinou na década de 1980, porém não fale disso com ele.

“Me comparar com o Maradona seria um insulto ao futebol”, reconhece Lavezzi.

A notícia triste para o público feminino que se encantou pela cara de mau do argentino de 1,73 m é que “El Pocho” é comprometido. A dona do coração de Lavezzi é a modelo Yanina Screpante.


Esportistas brilham na estreia do novo Dancing With The Stars, e Castroneves é o mais aplaudido
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Hélio Castroneves e sua parceira de dança, Chelsie Hightower (Crédito: Reprodução)

Estreou na última segunda-feira nos Estados Unidos a nova temporada de Dancing With The Stars, reality show que deu origem ao Dança dos Famosos aqui do Brasil. Em sua 15ª edição, o programa reúne 13 celebridades que já participaram de temporadas anteriores do reality, e quatro esportistas estão nesta lista, todos campeões em suas jornadas.

Na primeira noite da nova edição, os atletas e ex-atletas voltaram a se destacar. Tricampeão da NFL e um dos maiores nomes da história do futebol americano, o ex-jogador Emmith Smith mostrou que não perdeu o gingado que lhe deu o título do Dancing em 2006 e, ao som de um Cha Cha Cha, obteve a maior pontuação da estreia, 24,5 pontos, somadas as notas dos três jurados.

A ex-ginasta e multimedalhista mundial e olímpica Shawn Johnson (foto ao lado), campeã do reality em 2009, estreou na nova temporada com um Fox Trot e fez grande apresentação. A nota 6,5 dada por um dos jurados, porém, foi bastante contestada pelo público – tanto no palco quanto nas redes sociais – e a deixou ‘apenas’ com 22 pontos, mesma soma de Apolo Ono, campeão olímpico de patinação artística que venceu o Dancing no primeiro semestre de 2007.

Mas ninguém brilhou tanto nesta primeira noite quanto Hélio Castroneves – nem mesmo a siliconada Pamela Anderson, que prometeu voto de castidade durante o reality, ou a atriz Kirtstie Alley, que deu um selinho em seu parceiro de dança.

O piloto brasileiro de Fórmula Indy, campeão da quinta temporada do programa, foi ovacionado pela plateia antes mesmo de começar a dançar e aplaudido de pé pelo público ao final de sua apresentação (confira a performance dele no vídeo abaixo). Disse ainda que voltou ao Dancing pelo prazer que sentiu em 2007 e também por querer que a filha de quatro anos se torne uma dançarina. Ao som de Fox Trot, ele somou 21,5 pontos.

O primeiro eliminado do Dancing With The Stars 15 sai nesta terça-feira, após a soma das notas dos jurados e do público que votou online, por mensagens de texto ou por telefone.

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Tricampeã olímpica revela que estava grávida pela 3ª vez quando ganhou ouro em Londres
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As leitoras-mamães do Salto Alto certamente sabem os apuros pelos quais as mulheres passam quando estão grávidas, com enjôos, mudanças hormonais e dores incômodas. Agora, imagine passar por tudo isso vestida em um biquini minúsculo, com uma enorme pressão e tendo de se jogar na areia para brigar por uma medalha olímpica.

Foi por este desafio que Kerri Walsh passou durante os Jogos Olímpicos de Londres, quando ela conquistou o terceiro ouro seguido no vôlei de praia, ao lado da parceira Misty May. Na época, ela estava grávida de cinco semanas de seu terceiro filho, segredo que ela guardou até agora.

“Quando eu estava jogando meu corpo no chão sem medo, e lutando pelo ouro para o nosso país, eu estava grávida, e hoje estou grávida de 11 semanas”, anunciou Kerri Walsh ao programa “Today”, da rede de TV norte-americana NBC.

A família é parte importante da história de Walsh. Sua tentativa inicial de ter um filho terminou de maneira trágica, com um aborto espontâneo. Em 2008, logo depois do segundo ouro em Pequim, ela engravidou de novo e desta vez tudo correu como o planejado, com o nascimento de Joey, hoje com três anos. Um ano depois, ela teve Sundance, hoje com dois anos.

Com a família formada, ela decidiu voltar ao vôlei de praia e preparou-se para ir a Londres com a velha parceira May. Pouco antes da viagem, no entanto, ela combinou com o marido de tentar um terceiro filho. A expectativa era de que ela demorasse para engravidar, então eles começaram as tentativas antes mesmo dos Jogos Olímpicos.

“Eu sou uma garota bem feliz, mas eu estava com um mau humor inexplicável. Eu achava que podia ser o estresse dos Jogos ou a nossa rotina de viagens. Mas depois a sua menstruação atrasa e você começa a sentir alguma coisa. E eu definitivamente senti algo em Londres”, disse Walsh.

Ela decidiu, então, não revelar o caso para não perder o foco em seu objetivo profissional. Segundo Walsh, os riscos foram calculados. “O risco que ela impôs a ela e ao bebê é zero. O embrião é microscópico. Ele está implantado no revestimento do útero. Seria preciso a vontade de Deus, não um choque na barriga ou um mergulho, para que alguma coisa acontecesse”, disse Nancy Snyderman, médico ouvido pela NBC sobre o caso.

Crédito das fotos: AP Photo/Petr David Josek

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Samara Felippo diz que Leandrinho teve sorte com cenas de beijo: “tempo que não tenho”
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Crédito da foto: Manuela Scarpa/Photo Rio News

Samara Felippo e o ala-armador Leandrinho estão juntos desde meados de 2008. Porém, a ex-global diz que o marido deu sorte e ainda não teve que encarar o ‘terror’ de qualquer marido ou namorado de atriz: as cenas de beijos.

“Sabe que o Leandro deu sorte, né? Em quatro anos, faz tempo que eu não tenho cena de beijo. Mas eu acho que ele levaria na boa e teria que rolar aquele esquema: ‘amor, hoje tem cena de beijo’ e ele decidiria se quer ver ou não”, afirmou Samara ao Salto Alto.

O casal, que normalmente precisa se desdobrar na ‘ponte aérea Rio de Janeiro – Estados Unidos’, aproveita a indefinição sobre o futuro de Leandrinho para passar mais tempo junto no Brasil. O ala-armador ainda não acertou com nenhuma equipe da NBA para a próxima temporada.

Apesar de gostar do marido por perto, Samara diz que Leandrinho tem condições de jogar por mais um tempo na liga norte-americana de basquete.

“Rola torcida, sempre rola [para que ele fique no Brasil]. O Flamengo é um time carinhoso, receptivo, mas se ele puder terminar o que tem que fazer lá fora, eu sempre apoio. Ele ainda tem uns dois ou três aninhos de NBA”, explica.

Enquanto aguarda uma definição, Leandrinho já viu seu nome envolvido em especulações sobre o possível interesse dos Los Angeles Lakers (Los Angeles), Brooklyn Nets (Nova York) e até um possível retorno para o Phoenix Suns (Phoenix).

Samara diz não ter preferência, mas faz uma única “exigência”: voo direto. A nova contratada da TV Record sofreu quando o marido defendia o Indiana Pacers e tinha que enfrentar uma ou até duas escalas para chegar em Indianápolis.

“Los Angeles é incrível, Nova York também, mas não tem uma preferência. A preferência é por um voo direto. Toronto era ótimo, ia direto e tava lá linda (risos). Eu não gosto muito de Minnesota, Cleveland, mas eu fui para Indianápolis né … (risos)”,  analisa.

Justamente pelas constantes viagens da família, Samara revela que toda vez que a filha Alícia entra no avião diz que está indo para o Brasil e que a pequena de três anos entende a distância do pai.

“Ela sabe que o pai viaja para trabalhar, para comprar coisas para casa. Para ela, sempre que ela pega um avião, ela tá indo para o Brasil. A gente pode pegar um avião Rio-São Paulo, mas você pergunta e ela diz que está indo para o Brasil. Ela reclama [de saudades], mas está um pouco acostumada, eles se falam sempre. Desde pequena, eu colocava ela para ficar escutando ele [Leandrinho]. Ela já tem esse costume e fica muito feliz quando ele volta, é uma festa”, conta.

Samara também revela que o marido não é nada romântico e que tenta dar dicas. “Nem um pouco [romântico]. Eu brinco que sou pelos dois. Você aprende a gostar das pessoas do que jeito que ela é. Aos poucos, eu vou dando dicas, faz isso, aquilo…”, entrega.

Apesar de admitir que não sabia nada de basquete até Leandrinho entrar em sua vida, Samara virou uma ‘entendida’ da modalidade, tem um blog sobre o assunto e acompanhou de perto a campanha da seleção brasileira nos Jogos de Londres.

“O Brasil foi incrível. Os meninos foram super-heróis, elevaram o nível do basquete do Brasil. Também levanto a bandeira que a Espanha fez corpo mole e diante disso eu comecei a pensar se vale fazer corpo mole para vencer, até escrevi sobre isso no blog. Para 2016, a gente promete muita medalha”, diz.

A atriz também afirma que o marido, criticado por pedir dispensa do Pré-Olímpico por estar lesionado, ‘calou a boca’ de muita gente na Olimpíada.

“Eu acho que o Leandro calou a boca de muita gente, que não sabe o que aconteceu na época, que lesão ele teve, por que ele pediu dispensa. É fácil julgar”, critica.

Atualmente, Samara está gravando a minissérie “José – De Escravo a Governador”, da TV Record, mas já avisou que fez um contrato só para essa obra e que ao final das gravações, previsto para janeiro, pretende passar uma temporada com o marido onde ele estiver.

(por Aline Küller)

Leia também: Samara Felippo ensina à distância Leandrinho a cozinhar e critica astros ‘metidos’ da NBA

Samara Felippo

Samara Felippo

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Eu na Arena! Aprendendo futebol americano com uma torcida fanática
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Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

Por Marina Picolini *

Sábado, três horas da tarde, chega um SMS: “Marina, vamos ao jogo dos Badgers hoje?” . Eu já estava realmente pensando em ir, mas não tinha ingresso. Mas meu amigo me convence: “Relaxa que só eu tenho ingresso para o jogo, todos vão tentar comprar na hora!”. Para quem ficaria em casa sem ter o que fazer…. topei na hora e fui ao encontro do pessoal. Badgers é o time de futebol americano da Universidade de Wisconsin, que no caso jogou contra a Universidade de Utah.

A cidade simplesmente para, todo mundo, todo mundo mesmo se mobiliza para assistir à Liga Universitária de Futebol Americano do meio-oeste dos EUA, Big Tem, seja estudante da Universidade ou morador. E o mais engraçado, todos com a camiseta vermelha, e muito churrasco e festa por todos os bairros. Era o esquenta para o jogo, que aqui eles chamam de “cookout”, pois como o estádio pertence à universidade, é proibida a venda de qualquer bebida alcoólica durante o evento.

O Camp Randall comporta 82 mil pessoas e como aqui não existem muitas vagas para carros, e as que existem são pagas, a cidade disponibiliza maior numero de ônibus para a locomoção da população. Isso com certeza tem muitos créditos à frente do Brasil.

Bom… chegamos na frente do estádio depois de meia hora de caminhada e exatamente a uma hora do jogo. E lá vamos nós na busca por convites… Éramos nove e tínhamos dois convites para a área de estudantes, a mais animada. Convites para as outras áreas eram fáceis, mas todos queriam a de estudantes. No fim, graças a um amigo paulista, muito esperto, encontramos mais sete ingressos.

E lá vamos nós 10 minutos antes do início do jogo, e uma multidão entrando…. por incrível que pareça, muito civilizado, cada um respeitando o seu espaço e seguindo o fluxo.

Após cinco minutos, já estávamos na arquibancada. Como o jogo era em casa, dominávamos quase todo o estádio. Tinha um tipo de fanfarra da UW, as ‘cheerleaders’, e algumas garotas mostrando com bandeiras o nome do estado – Wisconsin. Nessa hora, lá vai a Marina dar mais uma nota fora. “Ai gente, se eu estudasse em uma universidade aqui, eu com certeza seria cheerleader”. E todo mundo do grupo caiu na risada, também, não era para menos…

Começa o jogo e lá vai a agrônoma tentar entender. É claro que eu estava boiando, mas os meus amigos brasileiros entendiam tudo sobre as regras e com muita sorte eles sempre me explicavam. Olha, gente, eu custei a entender e era toda hora a Marininha perguntando: “mas o que é isso? Tem 50 jogadores? Cada hora entra uma turma? Claro…. tem um time para ataque e outro para defesa. O que aconteceu agora? Por que o Quarterback saiu? Eles têm dois jogadores com o mesmo nome?” Depois eu aprendi que o quarterback é uma posição no jogo, no caso o capitão, o cara que arma a jogada, e não o nome de algum jogador….

Os Badgers estavam jogando mal no primeiro e segundo tempo, estávamos perdendo, mas a torcida reanimou, as cheerleaders dançando e organizando a torcida para fazer barulho a toda hora. Nunca vi tantas “ondas” organizadas, elas iam e voltavam, e todos participando, inclusive o pessoal da arquibancada. Espetacular!

Bom,  deu o intervalo e lá se vão todos os jogadores para o vestiário. Sem brincadeira, uns 50, 60 [jogadores] só do nosso time. Inicia o terceiro tempo e  parece que o treinador deu uma bela chamada de atenção nos jogadores. Os Badgers fazem o “touchdown”. A torcida vibra, muito emocionante, todo mundo que está sentado perto batem palmas uns com os outros, não importando se são amigos ou não, fora os fanáticos pulando e abraçando os amigos!!! E parece que o time adversário não consegue mais jogar, acho que foi a pressão da torcida.

No pequeno intervalo entre o 3º e 4º tempo, tem mais uma tradição dos Badgers, uma música muito animada que chama Jump Around, e a torcida inteira pulando e cantando. É contagiante!!!

Encaminhamos para o 4º tempo e nada, ninguém pontuando, até que Utah, o time adversário, recebe uma penalidade do juiz a uns três minutos de acabar o jogo, e tem que retornar algumas jardas. Ufa! Que alívio! Se não bastasse, faltando 11 segundos para terminar o jogo, o time adversário desiste da jogada e tem direito a um chute ao gol. Olha, nunca houve tanta vibração negativa da torcida e vaias… E o cara errou, acreditem ou não. Depois foi só alegria. Placar final: Badgers 16 e Utah 14.

Para sair do estádio, a maior paz do mundo, todos respeitando o seu espaço, pois havia muitas crianças e pessoas de idade. Sem sombra de dúvidas foi uma experiência muito boa, o evento é sensacional, cansativo, afinal levou em torno de 3 horas e meia, mas vale muito a pena. Se vier para os EUA, não deixe de ver um jogo desses, mas vá de tênis, pois ficar em pé e pulando de chinelo ninguém merece!

* Marina Picolini, engenheira agrônoma, 23 anos.

E você, também quer contar suas histórias esportivas? Mande um texto e fotos pra gente no e-mail blogsaltoalto@bol.com.br. Semanalmente, relatos como esse vão aparecer por aqui, e o próximo pode ser o seu.


Giovane diz que já se fez de bobo para fugir de assédio: “tive muita tentação”
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Crédito da foto: Reprodução/Facebook

Aos 42 anos, o ex-jogador de vôlei Giovane Gávio ainda arranca muitos suspiros da mulherada. O bicampeão olímpico sofreu com o forte assédio principalmente durante a década de 1990, quando era um dos principais símbolos da seleção brasileira, e confessa que teve ‘muita tentação’ na época.

“Eu casei muito cedo, mas sofri muito assédio. Tive muita tentação, de fãs que queriam chegar aos ‘finalmentes’. Tive que me fazer de bobo muitas vezes até pelo bem das pessoas que estavam ao me redor”, revelou ao Salto Alto.

Giovane disse que ele e toda a família precisaram se acostumar a conviver com o assédio. “Isso foi uma coisa que você não tem como aprender, você tem que viver isso para saber. Aos poucos, eu fui aprendendo a lidar, tirar o melhor proveito. Ser admirado é ótimo, mas isso às vezes faz você se sentir mais do que é, e com o tempo você vai ficando mais equilibrado. Agora passou a ser tranquilo, mas no começo tive muita dificuldade. Tudo em excesso é ruim”, confessa.

Experiente no quesito assédio, Giovane diz que não é contra atletas de vôlei posarem para ensaios sensuais. Recentemente, Mari Paraíba e Sheilla apareceram nas capas de revistas masculinas. O ex-jogador só ressalta que é preciso não perder o foco no vôlei.

“Não sou contra. A única coisa que elas tem que tomar cuidado é para não perder o foco, para começar a misturar e atrapalhar. Elas são jogadoras de vôlei e não atrizes. O dia que elas não tiverem sucesso na quadra esse assédio acaba”, analisou. “Se existisse uma playboy de homem, talvez eu tivesse feito, mas não era algo bonito, que ia acrescentar alguma coisa na minha vida”, argumenta.

Para manter o status de ‘galã’, o atual técnico do Sesi diz que tem cuidados normais e não se considera um metrossexual.

“Tem que cuidar, porque para estragar é rápido para caramba (risos). Eu tenho um ótimo kit de barbear, vou no podólogo uma vez por mês e de vez em quando eu dou uma ripada na sobrancelha, porque a tanajura é grande (risos). Mas são cuidados normais, porque eu sou uma pessoa pública, tenho que vender uma imagem. As pessoas que sempre torceram por mim, se acostumaram a me ver de um jeito, não posso fugir disso”, argumenta.

O único item que está fora da lista de Giovane é a depilação. “Quando eu desfilei na Portela, eu me depilei, não foi muito agradável. Não tem necessidade [de continuar fazendo]”, brinca.

Pai de quatro filhos, o ex-jogador não faz a linha ciumento e reconhece que Giulia, a filha mais velha, está na idade de namorar. “Quero ela feliz, contente. Na idade dela, ela vai ter que aproveitar, namorar… Agora é a hora de conhecer, aproveitar as coisas”, afirma.

Aos 16 anos, Giulia segue os passos do pai e já foi até convocada para a seleção infantil da seleção brasileira. Ela e o irmão Gianmarco, de 14 anos, jogam pelo Flamengo, no Rio de Janeiro. Para Giovane, os dois lidam bem a pressão de serem filhos dele.

“Eles lidam bem com isso [serem filhos do Giovane], acostumaram a lidar com isso. Eles são e vão continuar sendo, não dá para fugir disso. Eles estão jogando, mas o importante para mim é que eles se divirtam jogando, se deixarem de ser divertir será um problema”, explica.

Em alto como treinador do Sesi, o nome de Giovane já começa a ser especulado como possível substituto de Bernardinho no comando da seleção. O ex-ponteiro confirma que sonha em assumir o cargo, porém reconhece que ainda precisa de maior rodagem.

“Falar que eu não sonho é mentira, mas ainda não é hora. O Bernardo está lá e vai ficar por um longo tempo. [Assumir depois de 20016) É melhor para rodar, cada ano que passa é um ano de aprendizado, de preparação, vou estar  diferente do que estou agora. Para técnico, tudo é experiência, aprendizado, de banco, de jogo,  cada jogo é um aprendizado”, analisa.

(por Aline Küller)

Giovane Gávio

Giovane Gávio

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Usher, J-Lo, Paris Hilton… Confira quem são as celebridades que investem em esporte
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Como você já sabe, inúmeras celebridades que ganham milhões de dólares por ano costumam diversificar seus negócios, investindo em marcas de roupas e perfumes, empresas novas de tecnologia, estúdios de cinema e música e outras inúmeras áreas. O esporte não fica de fora.

Nem sempre por rentabilidade, mas muitas vezes simplesmente por carinho a um clube ou à cidade em que ele está situado, artistas e outras personalidades da mídia têm colocado cada vez mais dinheiro em modalidades variadas como basquete, futebol, velocidade e até mesmo rúgbi.

O Salto Alto reuniu alguns desses nomes no álbum abaixo. Você vai descobrir que até pessoas como Jennifez Lopez, Elton John e Paris Hilton, que poderiam parecer totalmente alheios a esporte, também estão envolvidos.