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Thiago Silva se junta a galãs da Copa em nova campanha de perfume
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marchisio hugo boss

 

Crédito: Divulgação

Inspirada na Copa do Mundo, a marca Hugo Boss irá lançar uma nova campanha de perfumes de edição limitada com 10 craques da bola. Ao lado de galãs como Claudio Marchisio, da Itália, Olivier Giroud, da França, e Robin Van Persie, da Holanda, Thiago Silva será o representante brasileiro na campanha.

A Hugo Boss irá lançar uma nova fragrância em maio na Itália com o slogan “O sucesso durante o jogo”. Cada um dos jogadores irá representar a marca em seu respectivo país, mas Thiago Silva, Joe Hart, da Inglaterra, e Marco Reus, da Alemanha, atuarão como embaixadores mundiais da marca. Marchisio foi o responsável por lançar a campanha na Itália.

O perfume deve permanecer no mercado apenas durante o período da Copa do Mundo e tem como inspiração a “força necessária para o sucesso combinada com a adrenalina que sentimos quando alcançamos uma meta”. Os componentes da fragrância são abacaxi, menta, folhas de esteva e o “perdurável odor masculino de madeira”.

Os frascos devem custar entre 62 euros (50 ml) e 81 euros (100 ml) na Europa. Ainda não há previsão de preços no Brasil.


Casais colecionam figurinhas juntos e transformam álbum em romance
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Veja Álbum de fotos

Tem gente que coleciona figurinhas com aquele afinco só para poder se gabar de, em pouco tempo, ter completado o álbum antes de todos os amigos. Mas tem também aqueles que vêm nos álbuns uma oportunidade de exercer o seu romantismo e mostrar todo o seu companheirismo.

Andando pelas ruas de São Paulo, a reportagem do UOL encontrou colecionadores ansiosos, frustrados, empolgados e também os românticos. Casados ou apenas namorados, foi mais comum do que imaginávamos encontrar duplas imbuídas da mesma missão, a de completar apenas um álbum da Copa do Mundo para os dois.

Marcelo Barbosa tem 23 anos e é advogado. Quando cruzamos com ele, Marcelo estava terminando a compra de um kit que continha o álbum da Copa em versão brochura mais 72 figurinhas pelo preço de 60, tudo por R$ 12,00.

A namorada de Marcelo é estudante de jornalismo e também é fanática por futebol. Eles estão juntos há três anos: “Este não é o primeiro que vamos colecionar juntos. Já fizemos um do São Paulo também”. Segundo ele, o acerto é que o álbum da Copa, uma vez completo, fique na casa dele: “O álbum do São Paulo ficou na casa dela. Mas tudo isso é só por enquanto porque a ideia é casarmos e deixarmos tudo na nossa casa”, diz o romântico Marcelo.

Em outra área da cidade, um casal adolescente estava no mesmo clima: “É a primeira vez que fazemos juntos e já estamos quase completando, faltam só umas 120 figurinhas”, contou Lilian Selman. Ela e o namorado Gabriel têm comprado e trocado os cromos na escola. Eles contam que o clima é tranquilo e que o álbum em comum é completado no maior espírito de paz e amor entre os dois. Só que o livro ilustrado completo vai ficar com Gabriel: “O pai dele já colecionava e ele também tem os álbuns de todas as Copas da vida dele, então deve ficar com ele mesmo”.

Mas encontramos um casal que elevou a cumplicidade (e a superstição) a novos níveis. Belisa Bullara tem 27 anos e é comissária de bordo, profissão que a leva a vários lugares do Brasil. Por mais que a editora responsável insista que não há nada que faça com que os envelopes comprados numa mesma banca tenham sequências semelhantes, o marido de Belisa é da turma que sempre desconfiou e sempre vai desconfiar.

Eles estão juntos há oito anos e sempre completam álbuns juntos: “Além de comprar os pacotes – porque são sempre os pacotes de 50 envelopes! – em vários lugares do Brasil, eu ainda ajudo na hora de colar”. Belisa conta que o processo requer sempre o mesmo ritual, e é sempre feito junto com o marido. Primeiro, tiram todas as figurinhas das embalagens. Depois, colocam todas em ordem numérica para poder colar. O casal então separa as repetidas para completar um segundo álbum, que fazem para um dos sobrinhos de cinco anos que não gosta tanto de futebol, mas está sendo catequizado pelos tios. A sobra vai para trocas e para o outro sobrinho, também de cinco anos, que é mais ligado ao esporte e não precisa de tanta ajuda.

O caso de Belisa e do marido tem um elemento a menos de drama em relação aos casais de namorados, afinal, eles moram juntos e não precisam decidir com quem o álbum completo vai ficar.


Três meses após dar à luz, Jaqueline mostra barriguinha sarada
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Crédito da foto: Reprodução/Instagram

Crédito da foto: Reprodução/Instagram

Pouco mais de três meses após dar à luz ao primeiro filho, a bicampeã olímpica de vôlei, Jaqueline já exibe a boa forma.

Jaque aparece ao lado do marido, Murilo Enders, em foto divulgada pela campeã olímpica em seu perfil no Instagram. O objetivo do clique é mostrar o amor entre os atletas do vôlei, mas a barriguinha sarada de Jaque acaba aparecendo também.

O primeiro filho do casal, Arthur, nasceu no final de 2013, no dia 20 de dezembro de parto cesárea.

Em fevereiro, a atleta postou uma foto, também em seu Instagram, praticando exercícios físicos. No comentário da publicação, Jaque contou que havia perdido 11 quilos e que faltava apenas mais dois para que voltasse ao peso normal de antes da gravidez.

Crédito da foto: Reprodução/Instagram

Crédito da foto: Reprodução/Instagram

 

Jaqueline

Jaqueline

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Kyra Gracie: filho com Malvino não enterrou seu sonho de lutar no UFC
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Kyra Gracie

Kyra Gracie

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A lutadora e comentarista Kyra Gracie está afastada do mundo das lutas. Grávida do ator Malvino Salvador, ela espera retomar a carreira após o nascimento do bebê. Em entrevista ao site MMAFighting.com, ela disse que não quer largar o octógono. “Lutar nunca vai deixar meus planos. O caminho natural é lutar em promoções menores, ganhar experiência e, em seguida, entrar no UFC”, afirmou.

A comentarista do canal Sportv foi cinco vezes campeã mundial de jiu-jitsu e espera seu primeiro filho. Agora, ela espera voltar melhor e conquistar novos objetivos. “A minha vontade de lutar MMA é maior do que retornar ao jiu-jitsu”.

Ela acredita que a gravidez pode ser um ponto positivo para retornar em alto nível. “Muitas atletas se tornam mães e podem voltam bem. Vou manter o foco no meu filho por um tempo. Manter os exercícios e a boa alimentação. Como todas as mulheres em qualquer profissão, vou viver a vida de mãe e de lutadora. Só preciso de um tempo para ajustá-la”, finalizou.

Tags : mma


Após polêmica durante gravidez, fisiculturista posa com o filho em academia
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Após causar polêmica ao posar carregando peso com oito meses e meio de gestação, a fisiculturista Lea-Ann Ellison voltou a aparecer praticando exercícios na academia. Apenas quatro meses depois do filho mais novo nascer, a atleta posou fazendo exercícios físicos ao lado do pequeno Skyler.

O episódio com mãe e filho juntos na academia trata-se de um ensaio fotográfico divulgado pela própria Lea-Ann em seu Facebook. “Oi pessoal! Eu só quero compartilhar com vocês a foto do Skyler e eu do nosso ensaio fotográfico do outro dia. Ele não está ficando grande? Amo ele”, escreveu a fisiculturista em sua página pessoal.

Lea-Ann Ellisson foi muito criticada nas últimas semanas de gravidez após postar fotos carregando peso durante um treinamento. Apesar de muitos terem considerado exagero da fisiculturista não parar os exercícios durante a gestação, ela contou que não poderia interromper o treino antes do bebê nascer.

“É algo que eu tenho feito por muitos anos e parar teria sido um desserviço para o meu corpo e para o meu bebê”, explicou Lee-Ann Ellison em entrevista ao site MailOnline.

E ela não parou nem mesmo após o parto. A atleta voltou aos treinos três semanas após Skyler nascer. “Eu não praticava com muita intensidade, mas eu estava feliz por voltar aos treinos”, completou.

Skyler é o terceiro filho da fisiculturista e, segundo a mãe, está muito saudável, assim como ela.

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Baixinha da bike compete contra homens para tentar vaga no Olimpíada do Rio
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As Olimpíadas do Rio, daqui a dois anos, são o sonho de consumo de toda uma geração de atletas. Priscilla Carnaval, uma jovem de apenas 20 anos, faz parte desta turma que está brigando com tudo o que pode oferecer para não deixar passar a chance de disputar os Jogos em casa. Com apenas 1,55 m de altura, a paulista tem montado em sua pequena bicicleta em busca de uma vaga no BMX. E a solução para superar as dificuldades que enfrenta no Brasil e manter sua evolução foi ousada: competir entre os homens.

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O BMX entrou no programa olímpico em 2008 e ainda corre para se estruturar no Brasil. Das pistas sem padrão olímpico à falta de competição, pelo fato de poucas meninas praticarem o esporte radical, Priscilla também acaba tendo de dar uma de economista e fazer contorcionismos financeiros para bancar seu sonho.

“Eu estava estudando também, arquitetura e urbanismo, mas esse semestre tranquei a faculdade para me dedicar só ao esporte e tentar evoluir. As Olimpíadas já estão chegando, então tenho que me preparar! Não é do dia para a noite que estarei em nível de pódio”, diz ela, ciente de que não basta competir em casa para brigar por um pódio.

A ideia de disputar provas entre os homens veio pela necessidade de se envolver em baterias mais competitivas. Num campeonato como a Copa do Mundo ou o Mundial, até 40 ciclistas largam em busca da vitória. No Brasil, ela se via entre cinco ou seis meninas.

#uolbr_geraModulos(‘embed-foto’,'/2014/priscilla-carnaval-1396615958748.vm’)“Resolvi participar pelo menos nos campeonatos regionais – já que no Paulista não é permitido. No masculino há uma disputa maior, uma dificuldade maior e posso aprender a andar com pessoas de alto nível”, explica ela, que foi sexta do mundo na categoria júnior do bicicross, há três anos.

“Lá fora as meninas andam como os homens”, acrescenta Priscilla, que vê prós e contras em disputar com grandões e grandonas. “Em termos de agilidade é bom (ser baixinha). E até a campeã olímpica e bem pouco maior que eu. Mas a maioria dos homens e mulheres é bem maior e na hora de disputar a curva minha cabeça fica no ombro deles (risos). Por outro lado, fico meio ‘invisível’ na pista sendo pequenininha e aproveito o que tenho de melhor.”

Priscilla já passou por um período de treinos na Europa e admite que quando voltou à realidade brasileira “perdeu o chão”. A pista em que treina, em Sorocaba, pouco tem a ver com a que disputará, por exemplo, a Copa do Mundo, no fim de abril. Assim, ela já chega aos treinos oficiais com a desvantagem de ter de se adaptar ao percurso, enquanto as estrangeiras estão habituadas a se preparar em locais de nível olímpico.

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O contorcionismo financeiro

Mas nem tudo é drama. Pelo menos não em 2014. Ano passado, Priscilla sofreu com a falta de verba e viu sua carreira em risco. Uma prestação de contas em aberto com o governo, deixou ela sem Bolsa Atleta. O valor de R$ 1.850 mensais fez falta, mas a paulista se virou como pôde e deu uma lição de como poupar o que recebe.

Se você imagina que este valor mensal do Bolsa Atleta vai embora no mês em que chega, ledo engano. Aliás, Priscilla até gostaria de poder investir tudo isso em sua preparação logo de cara. Mas aprendeu que deixar umas moedinhas no cofrinho é o melhor a se fazer. Para se ter uma ideia, a bicicleta da paulista vale R$ 5 mil, o capacete R$ 1 mil e as peças de reposição também têm de entrar na conta de gastos.

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“Preciso bancar academia, bicicleta, suplementação. Então fica a escolha pela necessidade maior. Se eu resolvo competir fora, preciso juntar dinheiro de vários meses, mas aí tenho de ter a noção de que vai faltar em outra ponta. Em 2013, quando fiquei sem a Bolsa, contei com o que tinha guardado do ano anterior”, contou a jovem que já gastou até R$ 8 mil para viajar e competir na Holanda. “Sozinha, sem técnico, sem nada. Cheguei lá e corri…”.

Em 2014, a Confederação Brasileira de Ciclismo passou a contar com apoio da Caixa, que desembolsará R$ 17 milhões em um contrato que dura até 2016. Isso possibilita a Priscilla e outras atletas terem apoio de nutricionista, psicólogo e também a viajar para etapas da Copa do Mundo – o que ela vinha tendo dificuldades para fazer, muitas vezes pagando para o bolso. A situação melhorou, mas não é o bastante.

“São eventos que não dá para faltar, dão pontos para o ranking que define as vagas olímpicas. Mas chegamos lá direto para a competição mais importante da temporada em vez de ter mais tempo para se preparar. Se competisse mais entre as melhores do mundo, não estranharia, como tem acontecido.”

Priscilla sabe que não é a única tendo de encarar as subidas e descidas de um atleta olímpico no país. E por isso mesmo não desanima. Das vezes em que teve de pegar emprestada a bike do irmão (“um caminhão”) aos perrengues que viveu para competir, muitas vezes sem peças de reposição, ela vai “rampando” cada obstáculo. Neste fim de semana, volta à pista para mais uma vez desafiar os homens. Pedalada a pedalada, com o Rio de Janeiro como linha de chegada.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Guardiola desbanca bonitões do cinema e é eleito 3º mais sexy do ano
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Pep Guardiola, técnico espanhol
Pep Guardiola, técnico espanhol

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Pep Guardiola chegou a Alemanha em 2013 para comandar o Bayern de Munique e não mostrou seu talento apenas à beira do gramado. O treinador chamou a atenção por seu estilo e ganhou o público feminino, sendo eleito o terceiro homem mais sexy do mundo por uma conceituada revista de lifestyle alemã.

E a tarefa do catalão não foi nada fácil. Para conquistar a “medalha de bronze”, o comandante dos bávaros, que está com 43 anos de idade, precisou desbancar bonitões do cinema como Ryan Gosling, Leonardo DiCaprio e Bradley Cooper, figurinhas mais carimbadas em listas desse tipo.

A eleição foi realizada pela revista Elle, da Alemanha, e quem ficou com o primeiro posto foi Chris Hemsworth, conhecido principalmente por representar o deus Thor nas telonas. O ator australiano está com 30 anos de idade. Na segunda colocação ficou Elyas M’Barek, ator pouco conhecido do público brasileiro.

O ranking de homens mais sexys de 2014 ainda conta com o músico Pharrel Williams e os atores Michael Fassbender, James Franco e Jamie Dornan.


Cansou de ver Beckham de cueca? Ele lançou uma nova coleção
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O inglês David Beckham posou mais uma vez de cueca para divulgar a sua coleção para a marca H&M. No entanto, desta vez, o ex-jogador foi além e lançou também roupas para moda praia.

Ao comentar as novas criações, o inglês revelou que a ideia partiu do sucesso que sua linha de cuecas tem na rede de lojas suecas.

“O sucesso da minha coleção tem sido fantátisco, por isso, eu estou feliz de lançar novas peças de moda praia para o verão. Nós trabalhamos duro para criar novos clássicos para homens, com grande ajuste, conforto e estilo”, disse David Beckham.

A nova coleção do inglês começará a ser vendida a partir do dia 22 de maio apenas nas lojas da marca.

David Beckham

David Beckham

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Nos EUA, ele é um dos maiores astros do esporte. No Brasil, é só o marido da Gisele
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Em 2014, o casal Tom Brady e Gisele Bündchen completou 5 anos de casadosEm 2014, o casal Tom Brady e Gisele Bündchen completou 5 anos de casados

O quarterback do New England Patriots já jogou em cinco Super Bowls e venceu três. Foi eleito melhor jogador (MVP) das finais por duas vezes. Foi selecionado para nove Pro Bowls. Deteve por seis anos o recorde da NFL de maior quantidade de passes para touchdown numa única temporada. Ele tem o segundo melhor índice de aproveitamento dentre todos os quarterbacks, com pelo menos 1,5 mil passes tentados. Foi nomeado pela revista Sports Illustrated como Esportista do Ano em 2005. Mas essa semana, pelo menos por um dia, Tom Brady foi apenas o marido apaixonado de Gisele Bundchen, aplaudindo diretamente da primeira fila ao desfile da mulher.

Gisele chegou na terça-feira de manhã a São Paulo, com a filha Vivian, de um ano e 3 meses. Mas o burburinho só aumentou quando a Colcci, marca pela qual a modelo desfilaria, anunciou pelo Instagram que a estrela do futebol americano também desembarcaria em terras brasileiras. “Para tudo! Ele também vem para o SPFW. Tom Brady, marido da nossa über @giseleofficial, chega em SP para ver pela primeira vez sua esposa na passarela”, dizia a mensagem da grife no Instagram.

Gisele Bundchen e Tom Brady
Gisele Bundchen e Tom Brady

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Não seria a primeira vez que Tom passa pelo Brasil. Logo depois do casamento secreto, o quarterback veio conhecer a família da mulher em Horizontina, a 490 quilômetros de Porto Alegre, em 2009, mesmo ano em que nasceu o primeiro filho do casal, Benjamim. No ano seguinte, o jogador foi flagrado treinando no clube Paulistano, nos Jardins, focado na recuperação de uma contusão. Em 2011, Brady veio para o Brasil pular Carnaval, seguindo a esposa que desfilou pela Vila Isabel. Não tem jeito: se em Boston ele é um dos melhores quarterbacks que já passaram pela NFL, aqui ele acaba à sombra de Gisele.

Dessa vez, a passagem foi relâmpago e discreta: Brady chegou sozinho, depois de Gisele. Só foi visto novamente já na São Paulo Fashion Week, na primeira fila do desfile, por volta de 21h30. Quando Gisele entrou, ele gritou “uhulll” e aplaudiu efusivamente. Saíram discretamente, com forte esquema de segurança, e só foram vistos depois na Provocateur, na balada promovida pela Colcci. Simples, o casal não fez grandes exigências: Tom Brady e a modelo chegaram perto de meia noite, circularam pelo camarote privativo da Colcci, e saíram de fininho menos de uma hora depois. Dessa vez, não teve nem malhação no Paulistano, nem sorvete no interior com a família da modelo. O casal já teria partido depois de um dia apenas no Brasil. Mas nem a melhor modelo do mundo é inabalável: Gisele teria dito “Gente, não sei o que tá acontecendo comigo! Tô supernervosa!”, de acordo com O Globo, quando viu o quarterback na fila A do desfile. O amor faz tremer na base até os melhores do mundo.


Crupiê vira jogadora, ignora cantadas e ganha etapa do Brasileiro de pôquer
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Igianne Bertoldi se destaca em uma mesa de pôquer. Não pela beleza indiscutível da catarinense de 24 anos. Na semana passada, ela ignorou as cantadas que recebe com frequência para conquistar uma etapa do Bsop, o Campeonato Brasileiro de pôquer. Em seu primeiro torneio profissional, desbancou nada menos que 568 competidores e levou o prêmio de R$ 178 mil.

Na mesa, nada de brincadeiras. O jeito de menina e o sorriso fácil dão lugar ao semblante sério e camuflado pelos óculos escuros. A inexperiência passa imperceptível diante do estilo agressivo e da boa visão de jogo, táticas adquiridas com o trabalho como crupiê.

Foi também como crupiê (quem embaralha e distribui as cartas para os jogadores) de um grande clube de pôquer de Balneário Camboriú-SC, que Igianne aprendeu a ignorar as cantadas dos engraçadinhos e se concentrar apenas no trabalho.

“Recebo cantadas, mas eu tiro de letra. Como dealer isso acontece ainda mais. No torneio, alguns soltaram elogios ‘nossa, como você é linda’. O pessoal acha bacana ter mulher na mesa, diz que o pôquer está mais bonito”.

“Mas os jogadores estavam muito mais preocupados com o jogo e isso acaba se tornando pequeno. Senti bastante respeito nas mesas, não tinha essa diferença por ser mulher. Fiz o meu jogo, fui agressiva e consegui”, disse.

Mesmo com preconceito que ainda ronda o esporte, Igianne acredita que o pôquer é um ambiente de homens cavalheiros e diz que sempre foi muito respeitada. Mas ela admite que ser mulher tem as suas vantagens, tanto que já está atraindo atenção de patrocinadores. Agora, espera que seu feito incentive mais as meninas que ainda são pouco numerosas no esporte.

ig2“Eu acho que a minha conquista pode incentivar as mulheres a fazerem mais no esporte. A mulher pode ver que dá para chegar, que pode jogar de igual para igual. Não tem porque haver essa diferença tão grande de competidores. Já tem muitas meninas que estão mandando mensagem e dizendo que estavam torcendo por mim. Achei bem legal”.

O feito de Igianne é mesmo de se valorizar. Ela se tornou a segunda mulher na história a conquistar uma etapa do Brasileiro de pôquer. Antes dela, apenas Gabriela Belisário, em 2008, havia vencido uma etapa, mas em um torneio realizado em Belo Horizonte com número de participantes muito menor.

Em Foz do Iguaçu, Igianne superou os homens, que formavam quase 90% dos competidores, e o cansaço. O torneio durou quatro dias – sendo dois apenas para a fase de classificação e dois paras as finais. Eram praticamente 12 horas de trabalho ininterrupto até sobrarem nove competidores na mesa final.

“Quando cheguei à final, pensei ‘agora eu não vou morrer na praia’”, diz ela que revela o segredo de sua conquista. “Como dealer sempre observei muito as mãos e fazia bem a leitura do jogo. Ajuda muito a quantidade de mãos que a gente participa, esse lance de ver as cartas, esse volume de mãos que a gente acompanha diariamente como dealer”.

Musas do esporte

Musas do esporte

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Igianne agora se prepara para deixar o emprego de crupiê e se tornar uma jogadora de pôquer profissional. Curiosamente, ela se apaixonou pelo esporte de forma despretensiosa depois de ser convidada por amigos para participar de uma mesa. Pouco depois, decidiu abandonar a faculdade de Educação Física e mergulhar de cabeça na modalidade.

A mudança de rumos não foi muito bem vista pela mãe Jussara que se preocupava com os turnos pouco convencionais de trabalho da filha que ‘trocava o dia pela noite’. Mas mudou de ideia e passou a apoiá-la após ver o torneio na televisão e a comoção causada na cidade.

Agora, Jussara deve estar ainda mais feliz com o prêmio de R$ 178 mil que a filha promete usar para investir na carreira.

“A minha ficha ainda está caindo aos poucos. Foi muito emocionante me superar nesses quatro dias no primeiro torneio grande que participo. Agora quero me aperfeiçoar, estudar mais o jogo. Dei o meu primeiro passo como jogadora profissional, é o que eu sempre quis. Está tudo caminhando para que isso aconteça”, celebra.

Por Luiza Oliveira

Crédito das fotos: Luis Bertazini/Divulgação